quarta-feira, 31 de março de 2010

Because I mean this more than words can ever say.


Acho que só quem ama uma banda assim, pode entender. Não há como explicar em metáforas ou linguagem de sinais, não dá pra definir. Não é algo que se define. Não existe amor maior em mim.

Todas as vezes que eu me lembro dos meus meninos, e aquele sentimento vem crescendo devagarzinho, como se fosse a primeira vez que eu os estivesse ouvindo. Só que já não cabe mais aqui dentro. É tão grande, tão puro, tão mágico e inimaginável.

Por tudo o que eles fizeram, me tirando de uma multidão estranha, pra me fazer encontrar meu lugar. Me encontrar. E pode ser bobo, mas quando o MCRmy se reúne por uma única causa, eu vejo quanta gente também se sente assim. E de repente, eu não estou mais sozinha. Cada vitória em nome deles, que me faz querer ter vontade de gritar a plenos pulmões "WE DID IT AGAIN, 'CAUSE WE ARE A FUCKING ARMY". Ou quando eles se referem à nós como "soldiers", admiração? Também, mas é orgulho por fazer parte disso, por escolher fazer a diferença. Diferença pequena pra mim, grande pra eles. E ninguém pode nos derrubar, não quando nós temos os nossos próprios super heróis, que mesmo sem poderes, nos fazem almejar o impossível, até conquistá-lo. E é orgulho, orgulho sim, por ser fã de uma banda tão linda, por ser uma soldier, parte do army deles, por não ter vergonha em ser quem eu sou. Mesmo que sejamos os 'emos', os 'excluídos', sinceramente? Nós somos os diferentes. Um bando de teenagers com hopeful dreams. WE ARE MCRMY, por um mesmo sonho.

terça-feira, 2 de março de 2010

I believe it was a thursday.

Se dissesse que nunca mais acreditarei no 'para sempre', estaria sendo hipócrita. Nunca e para sempre, ou existem, ou não existem. Sem equilíbrio, fim.
Assim como quando eu te conheci, a extremista, sempre querendo ser o centro as atenções, sem realmente querer. Mostraria o dedo do meio da mão direita para o primeiro que enviasse um segundo olhar em minha direção. Mas obviamente dizer que 'com você foi diferente', seria tão clichê quanto 'aconteceu'. Ou não, eu não me lembro bem o momento em que você deixou de ser só mais um, pra se tornar o amigo com o qual vez ou outra habitava meus sonhos impróprios.
Mas ACONTECEU. Eu não sei. É tão confuso, eu tremo, tropeço quando estou parada, e sinto como se meu cérebro discordasse com o meu coração. Dois sentimentos distintos. Eu te quero, mas não te amo. É quando você me segura, me beija, afaga meu cabelo. Eu ainda assim queria que fosse outra pessoa em teu lugar.
E você tem esse jeito de ser, que me faz NUNCA querer te magoar. Quando me olha como se eu fosse a coisa mais preciosa do mundo. Mesmo quando meu cabelo tá desarrumado e eu me sinto um ser inferior, você chega, e é como se antes meu mundo fosse preto e branco, meu sol particular. Você é tão imperfeito pra mim, porque não pode lutar contra o meu eclipse? Contra as minhas vontades, me faz entender que é o melhor pra mim.
Me acostumei ao sonho, e com você, são os poucos momentos em que eu entendo do que a realidade é feita. Mesmo quando eu só te vejo de longe, ou quando alguém na rua, usa o mesmo perfume que o teu. E me enebria, me confunde. E eu tenho medo. Preferindo a incerteza de um não, do que a certeza de você.
Eu não quero me acostumar à você, já que nada é pra sempre, você é só mais uma tempestade. Dessa vez, feito pra me derrubar, pra me jogar em alto mar e me afastar do meu cais.

I'm afraid of falling, but I don't know if I want to be saved by your wings, stranger.

Eu acho que nunca a amei.
Tenho certeza de que me apaixonei pela dor.