sábado, 31 de janeiro de 2009

DESOLATION ROW. ♥___♥

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Playlist from hell.

1- Créditos de Abertura:
Ben Jelen - Come on.

2- Ao acordar:
Fall Out Boy - I Don't Care.

3- Primeiro dia de Aula:
Katy Perry - Lost.

4- Infância:
The Used - Blue and Yellow.

5- Ao se apaixonar:
My Chemical Romance - Demolition Lovers.

6- Música de Batalha:
Green Day - Give me Novocaine.

7- Fim de namoro:
30 Seconds To Mars - A Beautiful Lie.

8- Formatura:
Good Charlotte - We Believe.

9- Vida:
Coldplay - Viva La Vida.

10- Faculdade:
Lily Allen - LDN.

11- Colegial:
Reggie And The Full Effect - Apocalipse WOW!

12- Depressão:
Regina Spektor - The Call.

13- Na estrada:
Katy Perry - Waking Up In Vegas.

14- Flashback:
A Fine Frenzy - Ashes and Wine.

15- Reatando namoro:
My Chemical Romance - I Don't Love You.

16- Casamento:
Oasis - Wonderwall.

17- Nascimento do filho:
Avenged Sevenfold - A Little Piece of Heaven.

18- Batalha Final:
The Bastard Fairies - We're All Going To Hell.

19- Cena de morte:
Secondhand Serenade - Awake.

20- Música do Funeral:
The Used - Sound effects And Overdramatics.

21- Créditos Finais:
Cat Power - Could We.

É legal isso. :B

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Oh, why.

E é como se nada tivesse mudado. Ou tudo.
Sai tudo com tanta facilidade, tão naturalmente... Que é como antes. Ou é tudo muito novo.
É como se fosse o primeiro dia.

Mas eu não sei se parece que acabamos de nos conhecer, ou se parece a vez em que nós nos conhecemos.



Mais uma noite de travesseiros umidamente salgados.

domingo, 25 de janeiro de 2009

TDK.

... I looked around the room aimlessly as Gerard furiously searched, my eyes locking on our mural.

Now that we had stepped back from it for awhile, done other things and got rid of the sexual tension in the shower, I could see it for what it was really worth. I saw the way the colors blended and images began to pop out into my mind. I saw in the center, where the red, blue, and green paint remained formed an image of a bird. Or at least to me, it was a bird. There was a small pear-shaped body, with splashes of blue and green to make the wings flap around the base. The head was a red patch, bobbed more forward than that of the neck. Wave like patterns, from when Gerard and I had let our hands glide along the wall, were made at the end of the bird, forming tail feathers. The other colors that were around it, the bright oranges and pinks, formed background noise; outside creativity coming in to inspire the bird’s flight.

But not just any bird, I began to theorize. My eyes scanned the mural, noticing all the small, specific details. I noticed the distinct curves and symmetry of the body, the way the colors blended together. It was still vibrant, but there was a calming hue to everything. All the colors touched. There were no definite lines where the blue started and the red ended. They blended together at the borders and edges while in the center, they were at their most vivacious. As if on cue, another bird flew by the still drying mural, and there was no doubt in my mind that this image was of a dove. I knew, like the dove in real life, this one on the mural was flying too. The way its wings appeared to be thrown down on the mural, and how far they were spread out from its body made it look like it was soaring. It was when my eyes followed its flight path that I got the surprise of my life.

The dove was flying in the direction of Gerard’s door; the one that I had just marked. It was flying towards the sun, and the endless sun at that.

I sat there for awhile, ignoring everything else that was going on around me and thought about this. There was so much double meaning in everything. The bird, this mythical and magical creature, was flying towards the handprint on Gerard’s nothingness. The words he had written began to make more sense and the feelings that were coursing through me were beginning to overpower everything. I looked at the painting, my mouth wide open and breathed out a shocked breath. I couldn’t believe we had made that without trying to.

“Gerard,” I called in weak voice, still drained.

“Hmmm…?” he said, not looking up from his poetry books and flipping through the accented pages quickly.

“Gerard, look at our mural,” I commanded, my voice strong yet humble at the same time. Sensing this tone, he raised his head, his hair still damp from the shower and looked. He saw the image right away, always able to grasp art abstract concepts much more readily than I had ever been able to. He glanced over at me, a smile wide on his lips. I noticed the small blue tinge he had to the area, still not fully unstained from the shower.

“The most beautiful art comes when you’re not trying,” he informed me, taking in a deep breath. He had stopped flipping through poetry, and the book rested soundlessly on the white sheet. There was a lull in conversation, consciously drawing me in. He looked at me seriously, and touched the side of my face. “I wasn’t trying to find you, Frank. You found me.”

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Just like the movies.

Às vezes eu me pego imaginando minha vida como se fosse um filme.
Eu sento e olho pra alguma coisa qualquer, e na minha cabeça tem aquela voz citando os meus pensamentos.
Eu canto, exagero, faço caras e bocas.
Imagino a camera focada não apenas diretamente no meu rosto, mas só no meu colo, ou só nas minhas mãos.
Uma das melhores partes é a trilha sonora. Além de cantar mentalmente, eu imagino o som tocando exteriormente. Fazendo com que todas as pessoas ao meu redor notem pela melodia o meu humor diário.
Me imagino vendo a cena, e não a protagonizando. De fora do meu corpo, me vendo chorar enquanto uma música cortante toca ao fundo.
Me imagino sentada numa janela, vendo o sol nascer.
Me imagino deitada, encarando o nada.
Me imagino me apaixonando, sorrindo, gritando.
A pior parte é que assim eu espero pelo final feliz.

Não é que eu queira ser atriz. É que eu quero deixar de ser uma personagem, e ser uma realidade.
Quero ser a vida de alguém.
Quero ser alguém, antes de tudo.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

A garota que só queria ser normal.

Analice era minha melhor amiga de infância. Quando pequena, sentia por ela uma mistura de admiração e repulsa, algo como amar e odiar, querer e não querer. Com longos cabelos louros, corpo de moça, uma das primeiras alunas da sala, tinha no pacote uma família estruturada e um futuro promissor.
E eu era uma menina sensível, só isso. Mas, por causa dessa sensibilidade, não conseguia viver sem achar que estava sonhando, o tempo todo. Brincava, estudava, aproveitava minha infância, mas em alguns momentos, queria ser ela. Queria ser decidida como ela, controlada como ela, normal como só ela conseguia ser.
E eu chorava quando percebia que eu não passava de eu mesma, uma menina despercebida para qualquer um, sem graça, sem nenhum atributo que pudesse me dar o brilho das pessoas normais como Analice.
Cresci com a sensação de ser um “estranho no ninho”. Alguém que não se encaixa, que não consegue se relacionar, de poucos amigos passageiros, instável e frágil como um pedaço de cristal. E não era a toa que, com essa visão sobre mim mesma, todas as outras pessoas também me vissem assim.
Para disfarçar tanta dor, aprendi a ser gentil e simpática, uma pessoa “boazinha” como muitos costumavam dizer. Ouvia queixas alheias como se fossem minhas, aconselhava qualquer estranho, abrigava a dor dos outros em meu coração. A minha dor eu escondia embaixo do travesseiro, o mesmo de quando era criança.
Não que eu não tivesse tentado falar disso, mas a maioria dizia-me: ah, você é uma pessoa boa, forte, não tem problemas. Tudo se resolve! A outra parte não nem ouvia, mudava logo de assunto. Mas, o pior de tudo é que eu achava que minha incompreensão não era culpa nem problema dos outros, era meu mesmo, só meu, como todos os outros problemas do mundo.
Minha vida em si parecia tranqüila, com uma rotina normal, mas minha imaginação permitia que me distanciasse de tudo e vivesse histórias interessantes. Então, como qualquer pessoa, descobri que sabia escrever e que essa seria uma forma bonita de falar de qualquer coisa que quisesse, mesmo que não fosse a minha vida.
E comecei a passar meus dias esperando pelo momento em que poderia sentar na cadeira, com uma folha de papel e escrever, escrever. Escrevia tudo, da sensação de ver uma criança chupando um sorvete no banco da praça ou o olhar triste da moça do ônibus. Escrevia sobre a vida das pessoas sensacionais e daquelas que nunca seriam conhecidas.
Um dia, alguém de algum lugar qualquer, por algum motivo que nem lembro como, leu um de meus escritos e gostou. Achou que deveria ser publicado num periódico local. Depois de alguns meses, eu já escrevia com regularidade para o jornal e fiquei conhecida pelo meu pseudônimo “a garota que só quer ser normal”.
Recebia cartas de fãs, comecei a escrever em revistas famosas e me tornei o que posso chamar de “escritora”. Minha vida continuou a mesma. Acabei casando com um moço bom, jornalista ativista que entendia que eu preferia não mudar o mundo, tive meus filhos numa casa aconchegante, recheada de livros dos meus escritores preferidos. Eu não precisava de muito para ser feliz. Continuei ouvindo histórias e desabafos alheios e percebi o quanto isso também foi importante para minha alegria de usá-los em meus contos.
Já com bastante idade fui homenageada em vários eventos de prestígio. Viúva, sozinha, andava pelo mercado e percebia os acenos das pessoas que me reconheciam. Um dia, resolvi começar um projeto de levar a literatura para os asilos, um pouco do que me fazia viva para as pessoas que precisavam ser lembradas que também estavam. E foi nesse lugar que comecei a entender minha história.
Me apeguei a muitos residentes e quando alguém “viajava” eu sentia que tinha levado um pouco das minhas palavras. Numa manhã comum, a mais comum de todas, quando o sol nasce exatamente onde deveria, recebi em minha casa uma carta especial:
"Durante minha vida toda quis ser como você. De pequena, adorava seus cabelos curtos e escuros, que tinham a liberdade e a sapequice de um menino. Suas pernas finas corriam pra lá e pra cá com ânsia de viver e sua imaginação era o País onde eu queria morar.
Na escola, enquanto eu me esforçava para agradar, você se permitia brincar. Quando vi a primeira publicação de seus textos no jornal de nossa cidade, pensei: tinha certeza de que esse dia chegaria. E não parei mais de te admirar, de querer um décimo de sua vida como espelho para a minha.
Também fui feliz, na medida do possível. Vivi com um marido infiel, mas que me deu um pouco de conforto para que eu pudesse ficar num asilo já que meus filhos não tinham tempo para uma velha. Ah, mas se soubesse que lá encontraria o que tanto busquei a vida toda, teria agradecido por ser tão sozinha.
Suas histórias me fizeram ser aquilo que nunca pude ser: livre. Tudo que eu menos queria era ser aquela menina normal, que parece completa, mas o que mais deseja é a liberdade para não ser perfeita e se orgulhar disso, assim como você. Tudo que eu queria era ter tido a coragem de ser diferente, de enfrentar o mundo e deixar para todos histórias que pudessem ensinar o que é ser feliz.
Meu agradecimento a você, que me deu o gosto de viver antes de morrer. Se eu pudesse te dar algo em troca eu te faria um favor e mudaria seu pseudônimo, porque tudo que te desejo é que você não queira ser normal."


Achei esse texto na internet, sem autor(a).

Frankitty.


Such a brilliant star you are.
I love you, and I miss you. ♥

A year from now.

Dia dezenove faria um ano.
A fucking year.

Muito tempo passou, e nada modificou.



Um ano, e dói como se tivesse sido ontem.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Everything back.

Eu quero sair, correr, fugir, sumir. Eu quero voar.
Quero liberdade, quero razões. E não opções.
Se não eu sempre vou fazer os mesmo erros. Eu quero o óbvio.
Quero voltar a não me arrepender de nada, sorrir, doa a quem doer.
Quero não mais ter que pensar nos outros, quero não me importar. Quero menos valor material, quero mais significados.

Quero voltar a acreditar em contos de fada.
Quero voltar a acreditar que tudo sempre tem um final feliz.
Quero voltar a acreditar que um dia um princípe montado num cavalo branco viria pra me salvar do dragão malvado.
Todos esses amores mal resolvidos, mal destinados, mal feitos e amores desfeitos, não me ensinaram nada. Todos eles só aumentaram a frieza aqui dentro.
Aliás, ensinaram sim. Uma coisa só, mas a melhor coisa que eu poderia ter aprendido em toda a minha vida. A não me importar.
A não me decepcionar.
Se você não quer que alguém te machuque, não espere alguma coisa boa dela. Não se importe, não se decepcione.
Se você não quer cair, nem se levante. Aprenda a construir túneis. Construa seus ideias internamente. Afunda, mas não tem o perigo de cair.

Assim como todos os sonhos não realizados, enterre-os. Viva de fatos. Aceite que nem tudo é como você espera que seja. Se é pra ser, vai ser. Nada que você possa fazer vai mudar. Espere menos de si. Assim você não se decepciona consigo mesmo.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Such a rainy day.


Funny how it rained all day. I didn't think much of it then, but it's starting to all make sense.
Oh, I can see now, that all of these clouds are following me.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009


So tell me, does your heart still beat for me?
We do this once again, still we swear it's not the end.
Don't tell me that we weren't just meant to be.
This is the way that we'll stay, oh.