segunda-feira, 26 de abril de 2010

The new deal.

Love is a form of prejudice. You love what you need, you love what makes you feel good, you love what is convenient. How can you say you love one person when there are ten thousand people in the world that you would love more if you ever met them? But you'll never meet them.
Charles Bukowski

quarta-feira, 14 de abril de 2010

I AM TIRED

I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I AM TIRED
I TRIED
I CANNOT FIX THIS.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Autumn leaves.

É só comigo que o outono é mais do que uma estação? Because I feel like I should belong.
É uma sensação, de imagens e vontades. De pessoas, de acontecimentos e ações.
A noite fria engolindo o dia quente. O crepúsculo. Metáfora de meus sentimentos.
Dirigir a noite, sem ter aonde chegar. Tendo como trilha sonora a voz da Alison Sudol. Um entardecer frio, na montanha, vênus e eu. Freedom.
Um céu infinito, cheio de nada, um vazio repleto de cores, vozes, sonhos, faces.
O querer, sem admitir. Me lembra você. Esse friozinho no corpo ao entrar em contato com as cobertas geladas. Só mais cinco minutos, me deixe sonhar. Me leve logo até o próximo crepúsculo de outono. Me deixe ir. I want to feel helpless.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Before you're comatose.

O que é afinal 'ser alguém' quando não se sente nothing at all. O que me classifica como ser humano, quando o mundo não sabe o que eu desejo fazer com o resto da humanidade. Quanta hipocrisia, quanta mentira, quanta revolta. Tudo isso dentro de mim. Fora de mim e ao meu redor. O que é amar, quando tudo o que se tem são memórias, como fugir do passado, quando não há futuro? Como agir no presente? Como não temer o amanhã? Como parar de pensar nele?
Todos esses cheiros, todas essas sensações, todas essas lembranças. Esse torpor. Esse nada. Que eu só percebo que um dia esteve vazio, pois um dia já foi repleto.
Como destruir as coisas que se ama, antes que elas destruam você? Coragem da onde? Vontade?
Desejar é tão fácil. Sentir saudades mais ainda. Mas como te contar que estive pensando em você? Que talvez a parte mais difícil do meu dia seja ir dormir sem nenhum vestígio de você.
E não há outra explicação plausível pra todo esse tempo em que estive entorpecida. Me apaixonei pelas suas palavras, pelas suas promessas. Chorei quando nenhuma delas foi cumprida. E ainda choro, de vez em quando, ao lembrar que nunca serão. E você disse que era pra sempre, amor eterno enquanto durou. Me disse que foi perda de tempo, e que nunca deveríamos ter acontecido. Mais calmo, depois, me explicou que o pra sempre foi tão sincero quanto o nunca, e que ambos tinham a mesma duração. Esqueceu de deixar uma roupa, um bilhete, um beijo de adeus. Levou minha sanidade e deixou dúvida em seu lugar, por todo o tempo em que estive sonhando.

I meant forever.

Pra você foi fácil, substituir, esquecer. Só que nós não nos apaixonamos toda vez que conversamos. Amor sem ser o bastante, com distância suficiente pra separar.

Valeu a pena carregar tanto sentimento? Você ainda se lembra de mim e das vezes que nos amamos? Das palavras que dissemos, de tudo o que prometemos? Das juras de amor, das lágrimas de dor? Nunca estivemos na mesma página, apenas duas versões diferentes da mesma história.

Eu te amo. Ainda te amo. Ainda mais quando me lembro da sua voz, da sua risada, ou quando leio tua carta. Quando lembro que você ainda é o único, e eu sou seu. De corpo, alma, e coração.

F.