segunda-feira, 18 de maio de 2009
Don't google yourself. -n
“Me joga no Google, me chama de pesquisa e diz que eu sou tudo o que você estava procurando.”
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Em qualquer lugar. Até mesmo quando não eu quero.
Quando eu digo que não, sabendo que deveria ter dito sim, e me arrependo.
E tudo gira contra mim.
Meu coração bate tão rápido, que eu tenho certeza de que você pode escutá-lo.
É um alívio, e ainda assim é uma dor, uma angústia. Por eu não poder correr até você, e te beijar até tudo (não) fazer sentido.
Eu sinto sua falta mais do que imaginei que sentiria. E me sinto muito mais vivo do que imaginei que estaria. Vivo o bastante pra sentir dor. Sinto falta do torpor, das ondas de amor, de calor, dos meus desmaios em você. Sinto falta do sorriso, da felicidade.
Das tardes de verão.
Falta dos dias em que eu te tinha, e me sentia pleno, completo, repleto. Cheio de você em mim.
Cheiro de você em mim.
Pra me atrapalhar, pra rir de mim, pra apontar meus defeitos. Pra me fazer rir.
Sinto falta do chão, da segurança, dos dias que eram perfeitos só porque eu te tinha pra respirar.
Teu suor, tuas caretas ridículas, tuas piadas sem graça, teu modo bobo de acreditar no amor.
De sempre acreditar no amor.
E ainda assim de não ter esperança.
Talvez eu fosse mesmo um pouco sádico, e gostasse de te machucar, só pra poder ser o único a tirar a tua dor.
Talvez eu gostasse de falar de amor.
Talvez eu quisesse, fizesse de propósito, mesmo que sem querer.
Sempre foi minha intenção te amar.
Você foi sim o mais fraco, o mais covarde. Por não entender que tudo isso não é passageiro.
E que se um dia você acreditou que fosse o certo a se fazer, eu sei que é exatamente o contrário.
É errado privar alguém de outro alguém.
Eu não fui suficiente, mas sim bom o bastante o pra você, bom demais.
Eu te protegi quando você sentiu medo de me perder, e o que você fez em troca?
Realizou meu pior medo.
Eu te perdi. Nós nos perdemos.
Em que ponto da história o nada passou a fazer sentido?
Em que ponto da história... Você deixou de ser meu?
Eu não te sinto mais aqui comigo...
eu amo você, Dje. meu Dje... e nunca vou amar ninguém como eu te amei, como eu ainda te amo, e sempre vou amar. ♥
Quando eu digo que não, sabendo que deveria ter dito sim, e me arrependo.
E tudo gira contra mim.
Meu coração bate tão rápido, que eu tenho certeza de que você pode escutá-lo.
É um alívio, e ainda assim é uma dor, uma angústia. Por eu não poder correr até você, e te beijar até tudo (não) fazer sentido.
Eu sinto sua falta mais do que imaginei que sentiria. E me sinto muito mais vivo do que imaginei que estaria. Vivo o bastante pra sentir dor. Sinto falta do torpor, das ondas de amor, de calor, dos meus desmaios em você. Sinto falta do sorriso, da felicidade.
Das tardes de verão.
Falta dos dias em que eu te tinha, e me sentia pleno, completo, repleto. Cheio de você em mim.
Cheiro de você em mim.
Pra me atrapalhar, pra rir de mim, pra apontar meus defeitos. Pra me fazer rir.
Sinto falta do chão, da segurança, dos dias que eram perfeitos só porque eu te tinha pra respirar.
Teu suor, tuas caretas ridículas, tuas piadas sem graça, teu modo bobo de acreditar no amor.
De sempre acreditar no amor.
E ainda assim de não ter esperança.
Talvez eu fosse mesmo um pouco sádico, e gostasse de te machucar, só pra poder ser o único a tirar a tua dor.
Talvez eu gostasse de falar de amor.
Talvez eu quisesse, fizesse de propósito, mesmo que sem querer.
Sempre foi minha intenção te amar.
Você foi sim o mais fraco, o mais covarde. Por não entender que tudo isso não é passageiro.
E que se um dia você acreditou que fosse o certo a se fazer, eu sei que é exatamente o contrário.
É errado privar alguém de outro alguém.
Eu não fui suficiente, mas sim bom o bastante o pra você, bom demais.
Eu te protegi quando você sentiu medo de me perder, e o que você fez em troca?
Realizou meu pior medo.
Eu te perdi. Nós nos perdemos.
Em que ponto da história o nada passou a fazer sentido?
Em que ponto da história... Você deixou de ser meu?
Eu não te sinto mais aqui comigo...
eu amo você, Dje. meu Dje... e nunca vou amar ninguém como eu te amei, como eu ainda te amo, e sempre vou amar. ♥
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Depois da festa.
O sol invadia o quarto, filetes esguios de luz enfeitavam os corpos - até então - inertes na cama macia.
Gerard estava acordado - apesar terem ido se deitar cedo, haviam dormido há apenas algumas horas -. Frank, deitado em seu peito, com uma das mãos na cintura do maior, pernas laçadas, uma das mãos de Gerard confortavelmente posta nas costas de seu mais novo namorado.
Gerard observava Frank. Um sorriso inconsciente no rosto.
Era, defnitivamente, o homem mais feliz do mundo. O menor era uma verdadeira obra de arte, com sua boquinha vermelha e molhada tocando seu corpo, podia sentir a respiração calma do anjo em seus braços.
Sorrindo ainda mais diante de suas memórias, só se deu conta de que o outro havia acordado, quando Frank, com seus dedinhos macios, começou a dedilhar o peito nú de Gerard.
A mão do maior, já cansada de ficar parada, foi direto para os fios rebeldes de Frank.
Seguindo mentalmente o caminho dos dedinhos, notou que Frank desenhava corações em sua pele.
Puxou-o para mais perto, com ciúmes do ar que antes o envolvia, em vez de si. O menor soltou um suspiro de contentamento ao encaixar-se perfeitamente no outro.
Apoiando o queixo no lugar onde antes sua cabeça repousava, sorriu ao olhar para seu amor. Observando-o, viu tudo o que sempre quis em sua frente - ao seu lado, à sua volta, dentro de si -, e tudo o que via refletido nos olhos cor-de-oliva, era si mesmo.
E Gerard podia se perder no brilho daqueles olhos cor-de-mel.
- Eu te amo. - E Frank sentiu o arrepio que passou pelo corpo de Gerard, passar pelo seu. Os opostos que se completam. O imã negativo e o imã positivo que se atraem fisicamente e emocionalmente.
O menor beijou-lhe a ponta do nariz arrebitado.
- Eu também te amo. - O maior beijou-lhe os lábios doces e macios.
E ao longe era possível ouvir o som de um cinto de segurança clicando, enquanto os imãs voltavam a se friccionar, criando faíscas entre os dois corpos.
Gerard estava acordado - apesar terem ido se deitar cedo, haviam dormido há apenas algumas horas -. Frank, deitado em seu peito, com uma das mãos na cintura do maior, pernas laçadas, uma das mãos de Gerard confortavelmente posta nas costas de seu mais novo namorado.
Gerard observava Frank. Um sorriso inconsciente no rosto.
Era, defnitivamente, o homem mais feliz do mundo. O menor era uma verdadeira obra de arte, com sua boquinha vermelha e molhada tocando seu corpo, podia sentir a respiração calma do anjo em seus braços.
Sorrindo ainda mais diante de suas memórias, só se deu conta de que o outro havia acordado, quando Frank, com seus dedinhos macios, começou a dedilhar o peito nú de Gerard.
A mão do maior, já cansada de ficar parada, foi direto para os fios rebeldes de Frank.
Seguindo mentalmente o caminho dos dedinhos, notou que Frank desenhava corações em sua pele.
Puxou-o para mais perto, com ciúmes do ar que antes o envolvia, em vez de si. O menor soltou um suspiro de contentamento ao encaixar-se perfeitamente no outro.
Apoiando o queixo no lugar onde antes sua cabeça repousava, sorriu ao olhar para seu amor. Observando-o, viu tudo o que sempre quis em sua frente - ao seu lado, à sua volta, dentro de si -, e tudo o que via refletido nos olhos cor-de-oliva, era si mesmo.
E Gerard podia se perder no brilho daqueles olhos cor-de-mel.
- Eu te amo. - E Frank sentiu o arrepio que passou pelo corpo de Gerard, passar pelo seu. Os opostos que se completam. O imã negativo e o imã positivo que se atraem fisicamente e emocionalmente.
O menor beijou-lhe a ponta do nariz arrebitado.
- Eu também te amo. - O maior beijou-lhe os lábios doces e macios.
E ao longe era possível ouvir o som de um cinto de segurança clicando, enquanto os imãs voltavam a se friccionar, criando faíscas entre os dois corpos.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Must be love.
Um coração vazio, uma noite escura, uma estrela cadente.
Um pedido.
Você apareceu.
Todas as noites que te imaginei, todas as vezes que sonhei com você, todas as lágrimas que derramei.
Você não me conhecia.
Todas as juras de amor, todos os momentos juntos, todos os sonhos - que dessa vez eram nossos -.
Você se foi.
Um verso não terminado, uma história mal acabada, um sopro na chama de esperança.
A escuridão permanece, o frio persiste.
Não consigo escutar nem o próprio som da minha voz, cansado de gritar por um fim na minha dor.
O silêncio predomina, e eu não consigo correr de mim mesmo, da aberração que - sem você - me tornei.
Quando não quero te encontrar, e ainda assim cada caminho que eu sigo me leva à você.
Dividido, incerto.
Toda vez que quis que o tempo parasse, pra nunca ter que te deixar ir.
Toda vez que quis que o tempo passasse mais rápido, pra te ter novamente.
Quando não soube, quando desisti. Quando percebi que descobri que estava era completamente errado.
Me perdi.
Nos teus olhos, no teu corpo, nos teus encantos.
Um refúgio, meu porto seguro.
Um amor tão grande, tão lindo e misterioso quando o mar. Mas com o calor, conforto, e a segurança dos teus braços.
Quando te ouvi dizer 'eu te amo', sussurrado como um segredo, que nem o vento pudesse ser capaz de levar tuas palavras. Um 'eu te amo' compartilhado, da minha boca pra tua. Um 'eu te amo' cravado no meu coração.
Quando eu não pude - não quis - não dizer o mesmo.
Quando me senti mal - mau -, completo, doente de amor.
Quando vi nada além de você.
A culpa é minha, me entreguei.
Ascendi, climaxei, caí.
O início, o meio e o fim. Meu epílogo deve ter se perdido no meio da história junto com a minha sanidade.
Você foi embora, me deixou. Não olhou pra trás.
Desmorono, me desfaço, te olho de longe, por não poder ser o ar que tu respiras. Por ser teu tormento, e não tua paz.
Se por mais lindo que seja o dia, ele tenha que acabar, eu sou tua tempestade no fim de um dia de verão, teu descaso, tua destruição, o crepúsculo consumindo teu entardecer.
Eu sou a melodia triste que toca no rádio, falando de mim, de nós dois.
Lá fora, o tempo frio clama por separação.
Um descuido, e a gente se apaixona.
Um momento de lucidez, por que não?
"Você tira meu fôlego, e ainda assim é todo o ar que eu respiro. Perfeito, feito pra mim. Te amo desde que você apareceu, e virou minha vida de ponta à cabeça, botando tanta coisa no lugar."
Se me encontrar por aí, favor me devolver.
Um pedido.
Você apareceu.
Todas as noites que te imaginei, todas as vezes que sonhei com você, todas as lágrimas que derramei.
Você não me conhecia.
Todas as juras de amor, todos os momentos juntos, todos os sonhos - que dessa vez eram nossos -.
Você se foi.
Um verso não terminado, uma história mal acabada, um sopro na chama de esperança.
A escuridão permanece, o frio persiste.
Não consigo escutar nem o próprio som da minha voz, cansado de gritar por um fim na minha dor.
O silêncio predomina, e eu não consigo correr de mim mesmo, da aberração que - sem você - me tornei.
Quando não quero te encontrar, e ainda assim cada caminho que eu sigo me leva à você.
Dividido, incerto.
Toda vez que quis que o tempo parasse, pra nunca ter que te deixar ir.
Toda vez que quis que o tempo passasse mais rápido, pra te ter novamente.
Quando não soube, quando desisti. Quando percebi que descobri que estava era completamente errado.
Me perdi.
Nos teus olhos, no teu corpo, nos teus encantos.
Um refúgio, meu porto seguro.
Um amor tão grande, tão lindo e misterioso quando o mar. Mas com o calor, conforto, e a segurança dos teus braços.
Quando te ouvi dizer 'eu te amo', sussurrado como um segredo, que nem o vento pudesse ser capaz de levar tuas palavras. Um 'eu te amo' compartilhado, da minha boca pra tua. Um 'eu te amo' cravado no meu coração.
Quando eu não pude - não quis - não dizer o mesmo.
Quando me senti mal - mau -, completo, doente de amor.
Quando vi nada além de você.
A culpa é minha, me entreguei.
Ascendi, climaxei, caí.
O início, o meio e o fim. Meu epílogo deve ter se perdido no meio da história junto com a minha sanidade.
Você foi embora, me deixou. Não olhou pra trás.
Desmorono, me desfaço, te olho de longe, por não poder ser o ar que tu respiras. Por ser teu tormento, e não tua paz.
Se por mais lindo que seja o dia, ele tenha que acabar, eu sou tua tempestade no fim de um dia de verão, teu descaso, tua destruição, o crepúsculo consumindo teu entardecer.
Eu sou a melodia triste que toca no rádio, falando de mim, de nós dois.
Lá fora, o tempo frio clama por separação.
Um descuido, e a gente se apaixona.
Um momento de lucidez, por que não?
"Você tira meu fôlego, e ainda assim é todo o ar que eu respiro. Perfeito, feito pra mim. Te amo desde que você apareceu, e virou minha vida de ponta à cabeça, botando tanta coisa no lugar."
Se me encontrar por aí, favor me devolver.
Forever now.
[Frank]
E mais uma vez a história termina com um final infeliz.
O que há de errado com a realidade afinal?
Pra que nos contam contos de fadas, se a vida nunca imita a arte?
Porque pra sempre, se o pra sempre sempre acaba?
A cada dia que eu morrer, espero que você morra dois.
Por tudo o que você me fez passar, por toda a dor que eu enfrentei por você.
Por todas as horas de sono que eu perdi pensando na droga do seu rosto perfeito.
Por todas as vezes que eu desejei beijar esse seu sorriso ridículo.
Por todas as vezes que eu desejei afagar o seu estúpido cabelo macio.
Por todas as vezes que eu desejei te abraçar pra sentir tua respiração estúpida no meu pescoço.
Por todas as vezes que eu desejei acordar e encontrar a droga do teu corpo moldado no meu.
Quando eu quis ver nada além de você, por toda a minha vida.
De manhã, seus cabelos espalhados no meu travesseiro, teu corpo roubando todos os cobertores.
Teu cheiro no meu corpo, nos lençóis. Teu cheiro no ar, impregnando meus pulmões, me fazendo doente. Sedento, faminto.
Teu gosto, teu rosto. Teu estúpido sorriso torto.
E o modo como você ri, o modo como você não me deixa explicar. Ou quando você me beijava em horas impróprias. No meio de uma briga, me tirava a razão, e eu não conseguia não ficar feliz por ter perdido a discussão.
Como você me tocava, como você me moldava, como você me amava.
Teu cheiro. Um pecado cruel. Uma estrela inalcançável.
Uma melodia triste.
O fim de uma história. O passado onde nosso destino ficou.
E eu odeio o modo como eu ainda te amo, com a mesma intensidade de sempre, como se nada tivesse mudado. Se eu fecho os olhos e te ouço me dizer 'eu te amo', eu quero você comigo quando abri-los.
Pra sempre, nunca mais.
[/Frank]
E mais uma vez a história termina com um final infeliz.
O que há de errado com a realidade afinal?
Pra que nos contam contos de fadas, se a vida nunca imita a arte?
Porque pra sempre, se o pra sempre sempre acaba?
A cada dia que eu morrer, espero que você morra dois.
Por tudo o que você me fez passar, por toda a dor que eu enfrentei por você.
Por todas as horas de sono que eu perdi pensando na droga do seu rosto perfeito.
Por todas as vezes que eu desejei beijar esse seu sorriso ridículo.
Por todas as vezes que eu desejei afagar o seu estúpido cabelo macio.
Por todas as vezes que eu desejei te abraçar pra sentir tua respiração estúpida no meu pescoço.
Por todas as vezes que eu desejei acordar e encontrar a droga do teu corpo moldado no meu.
Quando eu quis ver nada além de você, por toda a minha vida.
De manhã, seus cabelos espalhados no meu travesseiro, teu corpo roubando todos os cobertores.
Teu cheiro no meu corpo, nos lençóis. Teu cheiro no ar, impregnando meus pulmões, me fazendo doente. Sedento, faminto.
Teu gosto, teu rosto. Teu estúpido sorriso torto.
E o modo como você ri, o modo como você não me deixa explicar. Ou quando você me beijava em horas impróprias. No meio de uma briga, me tirava a razão, e eu não conseguia não ficar feliz por ter perdido a discussão.
Como você me tocava, como você me moldava, como você me amava.
Teu cheiro. Um pecado cruel. Uma estrela inalcançável.
Uma melodia triste.
O fim de uma história. O passado onde nosso destino ficou.
E eu odeio o modo como eu ainda te amo, com a mesma intensidade de sempre, como se nada tivesse mudado. Se eu fecho os olhos e te ouço me dizer 'eu te amo', eu quero você comigo quando abri-los.
Mas não.
Pra sempre, nunca mais.
[/Frank]
All you need is love.
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta. O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã de Pop Rock. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera. Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de sertanejo, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte para mim.

Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes os irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao ponto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor? Ah! O amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó! Mas ninguém consegue ser do jeito que o AMOR DA SUA VIDA é!
domingo, 3 de maio de 2009
You're eternal.
Nada que você diga, nada que você faça vai mudar o que aconteceu.
O modo como você me mudou, me modificou, me moldou.
Me moldou à teu gosto e tua maneira.
Me fez escravo das tuas ações.
Eu que guardava meu coração em uma caixa trancada à sete chaves.
Você passou pelas portas, portões, vidros e cadeados, chegou sem avisar. Me possuiu.
Meu coração, meu corpo e minha alma.
Violados, corrompido, rasgado, ferido.
Era muito pra você? Minha vida em suas mãos, tudo o que você tinha a fazer era ser meu.
Nunca quis dinheiro, ou extravagâncias. Eu só queria tempo, pra poder te fazer enxergar que uma nota não faz música. Mas que juntos, poderíamos ter uma melodia.
Não tem mais sol que aqueça, nem lua que te traga pra mim, quando a única melodia que eu ouço, é o silêncio da minha dor.
É agonizante não ver mais cor, é agonizante encarar o mundo do chão.
Te sinto na brisa, me envolvendo, beijando meu corpo.
Odeio o modo como, de vez em quando, ainda derramo uma lágrima pelo teu nome.
Dias nublados, chuvosos, frios.
Em que eu me imaginei te amando debaixo das cobertas.
Hoje parecem tão longes e inalcançáveis quanto o horizonte.
Lembre-se de mim, e não se esqueça de respirar.
O modo como você me mudou, me modificou, me moldou.
Me moldou à teu gosto e tua maneira.
Me fez escravo das tuas ações.
Eu que guardava meu coração em uma caixa trancada à sete chaves.
Você passou pelas portas, portões, vidros e cadeados, chegou sem avisar. Me possuiu.
Meu coração, meu corpo e minha alma.
Violados, corrompido, rasgado, ferido.
Era muito pra você? Minha vida em suas mãos, tudo o que você tinha a fazer era ser meu.
Nunca quis dinheiro, ou extravagâncias. Eu só queria tempo, pra poder te fazer enxergar que uma nota não faz música. Mas que juntos, poderíamos ter uma melodia.
Não tem mais sol que aqueça, nem lua que te traga pra mim, quando a única melodia que eu ouço, é o silêncio da minha dor.
É agonizante não ver mais cor, é agonizante encarar o mundo do chão.
Te sinto na brisa, me envolvendo, beijando meu corpo.
Odeio o modo como, de vez em quando, ainda derramo uma lágrima pelo teu nome.
Dias nublados, chuvosos, frios.
Em que eu me imaginei te amando debaixo das cobertas.
Hoje parecem tão longes e inalcançáveis quanto o horizonte.
Lembre-se de mim, e não se esqueça de respirar.
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