Minha vida sempre se pareceu com uma novela, com um filme. Sempre foi ficção.
A personagem (nem tão linda e loira quanto uma protagonista deve ser), sempre fui eu.
Hora a mocinha indefesa, a princesa no alto da torre, a vítima desavisada.
Horas a bruxa malvada, a menina má e vingativa.
Mas tem horas que eu nem sei bem quem sou. E faz tanto sentido pra mim.